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Mídias

Vamos imaginar um hipótese bastante remota:

Imagine que você contrata alguém pra te prestar um serviço. Ao longo de *mais de 20 anos* você aumenta substancialmente o valor que paga pra ele, mas o serviço continua péssimo. A proporção da melhora que houve não corresponde ao valor que você investiu a mais. Pior: você vê que gente que paga o mesmo que você pelo mesmo serviço, ou até um pouco menos, tem resultados melhores, ainda que não excelentes.

Aí o cara te diz que, pra melhorar, você precisa pagar mais. O que você faz? Manda o cara #@§*, correto?

Bem, é exatamente isso que não podemos fazer com o Estado, que nos obriga a pagar cada vez mais pelo que não entrega nem vai entregar nunca: serviço educacional de excelência.

Por isso, vamos ficar atentos à conversinha mole de candidato "vote em mim pra eu defender mais investimento$$$ em educação." A gente sabe pra onde tem ido e vai continuar indo nosso dinheiro.

Enquanto os recursos forem monopólio das escolas estatais, por mim, não tem aumento de recursos mais nenhum. Que se virem com o que têm. Pra o que entregam, está bom demais.


 
Por
Anamaria Camargo

Mestre em Educação pela Universidade de Hull, programa no qual atuou como professora durante nove anos. Consultora e ativista em prol de políticas educacionais liberais. Autora de livros e artigos sobre Educação e Liberalismo.